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The JackHammers é um projeto paralelo da Distintivo Blue. Conta com I. Malförea (voz e contrabaixo) e Camilo Oliveira (voz e guitarra). Contou com Nephtali Bitencourt (voz e bateria) até o início de 2020, quando decidiu aposentar as baquetas. Este é o vídeo que o trio exibia em telões durante suas apresentações. 

Nesta versão para YouTube, temos como trilha três faixas autorais da Distintivo Blue que faziam parte do repertório: 

1) Bucking Blues and Some Perky Loonies (Camilo Oliveira) 
2) Charity and Mercy (Camilo Oliveira) 
3) N.J.J.J. (Camilo Oliveira)

Faixas e vídeo produzidos por I. Malförea.





Seguindo firme na quarentena mais musical que você já viu, a Distintivo Blue apresenta: "Quarantine Joes Live" pra lhe fazer companhia.

Pra começar, Lavus Bittencourt, ex-guitarrista da DB, saca seu repertório repleto de country music no próximo domingo. Fique ligado(a) em nosso feed.

SERVIÇO
Distintivo Blue apresenta: Quarantine Joes Live - Lavus Bittencourt
Quando? domingo, 12/04/2020, às 18h
Onde: Stories do @distintivoblue no Instagram

Em tempos de quarentena, resolvemos revirar nosso baú e postar material gravado em vídeo, áudio e fotografia. Sempre tivemos o hábito de gravar tudo o possível: ensaios, shows, reuniões, entrevistas, etc. Claro, a maioria desse material não possui boa qualidade suficiente para ser lançada junto à discografia oficial, mas que, no formato "bootleg" (não-oficial, geralmente com qualidade não-profissional), seria ideal.

Aqui temos um show realizado no dia 08 de maio de 2016, na entrada do Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, em nossa cidade-natal, Vitória da Conquista-BA. Nesse período, a banda realizava cerca de 8h semanais de ensaios no palco do teatro do local, que estava interditado para eventos com público. Uma grande reforma foi feita no ano seguinte, após o protesto de artistas (incluindo a própria DB), produtores, gestores e a própria população em geral.

Nesse fim de semana (07 e 08 de maio), houve a FEARC - Feira de Artesanato Conquistense na área externa do Centro de Cultura. O som ficou por nossa conta, aproveitando nosso período de ensaios e a vontade de oferecer uma contrapartida pelo valioso uso do espaço. Ali gravamos as CCCJL Sessions, o clipe de "Na Trilha do Blues", experimentamos músicas novas, recebemos músicos convidados, gravamos MUITO material, incluindo até mesmo entrevistas, como a publicada sob o título "I. Malforea - Música autoral e blues no Brasil", disponível em nosso canal.

Pra começar, aqui está a gravação do dia 8, em vídeo (nem todas as faixas foram filmadas) e em aúdio, com 5 faixas a mais. Esperamos que curta esse recorte inédito e raro dessa formação já extinta da banda.

SETLIST:

1 - Passagem de Som - Cotton Fields / Blue Moon of Kentucky
2 - Passagem de Som - The Thrill is Gone
2 - Blues do Covarde (I. Malförea)
3 - 2012, Miopia (I. Malförea)
4 - N.J.J.J. (Camilo Oliveira)
5 - De Cara no Blues II (Thomaz Oliveira, Distintivo Blue)
6 - Meu Amigo Blues (I. Malförea)
7 - Ame a Solidão (I. Malförea)
8 - Charity and Mercy (Camilo Oliveira)
9 - Todos os Dias (Rômulo Fonseca)
10 - Blues a Rosa (I. Malförea)
11 - Luar do Pontal (I. Malförea)
12 - De Cara no Blues (Thomaz Oliveira)


FICHA TÉCNICA:

I. Malförea - voz, violão, gaita
Rodrigo Bispo no Baixo - contrabaixo, backing vocal
Nephtali Bitencourt - bateria, backing vocal
Lavus Bittencourt - guitarra, backing vocal

Gravado na manhã de 08/05/2016 no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, durante a FEARC - Feira de Artesanato Conquistense
Editado durante a quarentena de março de 2020, por I. Malförea

Produzido por I. Malförea

Agradecimentos:

Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima
Ednéa Gusmão Bitencourt


ASSISTA EM VÍDEO:


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10 anos após o primeiro show da DB, os Joes lançam "Rockin' 10 Years Later", compacto contendo "Bucking Blues and Some Perky Loonies" e "N.J.J.J.", faixas que se distanciam um pouco do blues, enquanto se aproximam do rock n' roll, com muitas guitarras e letras em inglês.

As duas faixas, de autoria do guitarrista Camilo Oliveira, fazem parte do repertório há algum tempo, o que permitiu uma formatação estrutural bastante sólida, com a colaboração de todos os vários integrantes do grupo no período a partir de 2014.

Gravadas entre fevereiro e março de 2020, as duas músicas contam apenas com I. Malförea (vozes, baixo e meia-lua) e Camilo Oliveira (violões e guitarras) atuando, além de um baterista contratado, João Cathalá.


SETLIST

1) Bucking Blues and Some Perky Loonies (Camilo Oliveira) - BR7PI2000018
2) N.J.J.J. (Camilo Oliveira) - BR7PI2000019


FICHA TÉCNICA

Lançamento: 15 de março de 2020
Produção: I. Malförea
Gravado, mixado e masterizado entre fevereiro e março de 2020 no House Music Stúdio (David Fernan) - Vitória da Conquista-BA
I. Malförea - vozes, contrabaixo, meia-lua
Camilo Oliveira - violões, guitarras
João Cathalá - bateria
UPC: 729105452131


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A Distintivo Blue vai entrar em estúdio mais uma vez ainda neste ano! E você pode fazer parte de tudo isso colaborando agora com nosso novo projeto!
A Distintivo Blue (Vitória da Conquista-BA) é uma das principais representantes do blues autoral brasileiro, fora do eixo Rio-São Paulo. Com 10 anos de estrada recém-completados, prepara-se para entrar em estúdio mais uma vez, para a gravação de três faixas: "NJJJ", "Bucking Blues and Some Perky Loonies" e "O Andarilho", que serão distribuídas em todas as plataformas de música através do EP "The JackHammers Sound", em alusão ao projeto "The JackHammers", formado por I. Malförea (baixo, voz), Camilo Oliveira (guitarra, voz) e Nephtali Bitencourt (bateria, voz), atualmente se apresentando regularmente.

Por isso, precisamos da sua ajuda, fã que nos acompanha desde sempre, para pagar os custos com o estúdio, sediado aqui mesmo em nossa cidade. Note que o orçamento é BEM enxuto, por isso tentaremos fazer o melhor trabalho possível, gastando apenas o necessário. Não faremos campanha de divulgação ou nada do tipo: as músicas serão gravadas, e o processo de gravação será documentado por nós mesmos com nossas próprias câmeras e celulares, para a produção de um minidocumentário. DIY!

CLIQUE AQUI, contribua e compartilhe esta página. Só temos UM MÊS para arrecadar esses mil reais. Let's jam, Joes!


Desde o Live Aid de 1985 celebra-se, por todo o planeta, o dia mundial do rock, provavelmente o gênero musical que melhor soube manter sua essência ao mesmo tempo em que se adaptou aos incontáveis contextos locais por todo o planeta. O rock enquanto símbolo de rebeldia e negação às gerações anteriores já não é tão jovem, mas certamente mantém jovem a mente de inúmeros senhores e senhoras, enquanto funciona como elo quando surge nas guitarras e fones de garotos sonhadores em seus quartos. 

Vale lembrar que o rock foi a trilha sonora de importantes transformações desde a segunda metade do século XX, como a rejeição ao racismo, a luta por direitos, a liberdade de expressão, a crítica social, a igualdade que hoje vemos expressa em nossa Constituição, por exemplo. Os roqueiros foram os pioneiros em levantar a voz e romper com velhos paradigmas num mundo abalado pelo pós-II Guerra Mundial, onde a realidade deixou a ficção  a comer poeira, no quesito surrealidade.

Após tantas datas musicais comemorativas como o São João, o Dia Mundial do Rock acaba por ser a redenção daqueles que curtem um som mais pesado. Assim, há shows temáticos em qualquer cidade, incluindo não só o dia 13, mas toda a semana. Em Vitória da Conquista, foram diversas as opções, mas foi no ainda novo Fenix Rock Bar, único do gênero na cidade, que tudo pegou fogo, no melhor estilo rock n' roll: sem frescura e em alto volume. 

Considero o Fenix como herdeiro legítimo do legado do falecido Paraki, local onde os roqueiros se reuniram por anos até o fim da década passada e que foi sinônimo do rock conquistense, assim como o programa O Som da Tribo e as próprias bandas locais. Lá nos sentimos em casa, encontramos amigos novos e das antigas, ao som da boa música que nos interessa, o que é cada vez mais raro em tempos como hoje. O grande diferencial do Fenix em relação ao Paraki é a possibilidade de shows ao vivo, o que também remete à Casa do Rock, importantíssimo local que mereceria um texto à parte e que já não está entre nós há algum tempo.

The Dug Trio

O som ficou sob o comando do Dug Trio, grupo acústico, com três vozes, formado por I. Malförea (Distintivo Blue), Bruno Greaser e Lavus Bittencourt (The Outsiders). Com violão, guitarra, cajón, e gaita, os três vocalistas, fizeram um mix de rock n' roll, blues, country, folk, dando uma pequena amostra do que estaria por vir. O show começou às 21:30h ao som de Johnny Cash, variando o vocalista principal a cada música, mas com os demais acompanhando com grande harmonia.

Uma hora e meia depois, Bruno e Lavus saem do palco, dando lugar a Camilo Oliveira (guitarra e voz) e Nephtali Bitencourt. O novo trio é formado por membros da Distintivo Blue e se chama The JackHammers. Esta foi sua primeira aparição pública, preparando o público para a primeira noite do Moto Rock 2019, que acontecerá de 19 a 22 de setembro no Centro Cultural Glauber Rocha. O grupo tocou cinco músicas, incluindo NJJJ, autoral, já executada em shows pela Distintivo Blue desde 2014 e que está entre as próximas da fila a ganhar uma versão de estúdio.

The JackHammers

Em seguida, são chamados ao palco Lavus Bittencourt e Rômulo Fonseca, ex-guitarristas da Distintivo Blue, para uma reunion comemorativa pelos 10 anos da banda. No palco, três guitarristas, um baterista e um vocalista/gaitista tocando apenas canções autorais: Blues do Covarde (primeira faixa do primeiro EP, de 2011), Charity and Mercy (do disco Todos os Dias, Vol. 1, de 2015), O Álcool Me Persegue (da banda punk Cama de Jornal, gravada em 2012, no EP Riffs, Shuffles, Rock n' Roll, com a participação de Nem e Rose, autores da música), Na Trilha do Blues (lançada no mesmo disco) e De Cara no Blues, faixa autoral da antiga banda The New Old Jam, que deu origem à DB, lançado no mesmo EP de 2011.

Na plateia, muitos músicos, incluindo Nem (Cama de Jornal), que se juntou ao grupo e conduziu todo o bar em O Álcool Me Persegue. A DB não se apresentava em público desde o final de 2016, quando se desmembrou e permanece em pausa até o momento, mas ainda lançando material e planejando gravar novas músicas ainda neste semestre. No palco, os três membros fundadores da banda: I. Malförea, Rômulo Fonseca e Camilo Oliveira, que há 10 anos faziam os primeiros ensaios, ainda buscando um formato para a banda, que possuía o nome provisório de Bluenote Band. O Fenix foi abaixo ao som do blues autoral do sudoeste da Bahia.

Todos reunidos para tocar e cantar Black Sabbath

A esta altura, já madrugada adentro, os Joes deram lugar ao trio instrumental The Surf Riders, formado por Lavus Bittencourt (guitarra), Gleidson Ribeiro (baixo) e Ed Goma (bateria), todos membros da banda country The Outsiders. O grupo trouxe o rockabilly da melhor qualidade ao espaço, que mal teve tempo de recuperar o fôlego. Isso é o rock n' roll: música bem feita, bem executada, sem subestimar a inteligência de quem escuta. E tudo isso como uma grande diversão.

Bruno Greaser volta ao palco, completando os Outsiders. Agora é a vez do country, um dos ingredientes essenciais do rock. A banda, única do gênero na cidade, foi formada em 2016 e arranca aplausos onde passa. Em seu repertório, tanto clássicos como Willie Nelson e Johnny Cash como bandas independentes, como Johnny Trouble (Alemanha) e The Railbenders (Colorado, EUA). Desta foi, aliás, a última faixa da apresentação, Whiskey Rain, que contou também com I. Malförea nos backing vocals.

Para finalizar o roteiro, The Dug Trio retornou ao palco, relembrando Zé Ramalho, Deep Purple, Led Zeppelin, a Jovem Guarda (primeira manifestação do rock no Brasil), Raul Seixas, Belchior e diversos nomes que construíram a história do rock por aqui. o Bar ainda estava lotado e todos felizes por celebrar juntos a música que amam e vivem.

JayVee foi um dos que continuaram a noite no palco

Este teria sido o final da noite, mas todos queriam mais: de improviso, I. Malförea (voz), Gleidson Ribeiro (baixo), Lavus Bittencourt (guitarra), Nephtali Bitencourt (bateria) e o público (coral) tocaram, ainda, N.I.B. e War Pigs, do Black Sabbath. Em seguida, o cantor JayVee evocou Elvis com seu violão, acompanhado de Nephtali (bateria) e Malförea (baixo e backing vocal). Depois foi a vez de Renno Siqueira trazer o som do grunge, e vários outros músicos continuaram revezando o palco até o fim da noite, que ficará na memória de todos por bastante tempo. Esse é o poder do rock n' roll: o de reunir pessoas em seu nome e torná-las um pouco (ou muito) mais felizes do que estavam. E o melhor: essa música é imortal! Long live rock n' roll!!!

Veja mais fotos e vídeos em @DistintivoBlue.


O clipe de "Ame a Solidão" continua circulando: desta vez, será exibido na Mostra Curta Audiovisual, em Campinas-SP. O evento acontecerá de 30 de maio a 15 de junho de 2019, em locais variados da cidade. Em sua 12ª edição, o evento objetiva fomentar a produção e circulação audiovisual nacional, com enfoque na região de Campinas, reunindo produtores, exibidores e público, viabilizando contatos e experiências. 

Neste ano, a Mostra terá quatro categorias: Panorama Nacional, com produções de todo o Brasil, com duração de até 25 minutos; Curta Campinas, voltada às produções locais, Especial Videodança, com produções híbridas, com interação audiovisual-dança, com duração de até 15 minutos; e Especial Videoclipe, que é a categoria onde Ame a Solidão se identifica, voltada para videoclipes musicais.

O clipe, gravado na comunidade Assentamento Santa Marta, em Vitória da Conquista-BA, foi lançado em fevereiro de 2017, numa parceria entre o cineasta Diego Eleutério Batista e a Distintivo Blue, com direção de fotografia de Filipe Sobral. Saiba mais, clicando aqui.




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